Afinal, touros de morte,
Qual a melhor solução?
Sim ou não? Deite à sorte
P’ra resolver a questão.
Caiu que nem um patinho.
Coitado foi enganado,
Seguindo pelo caminho
De todos o mais errado.
Não é tarde nem é cedo,
Pois será agora mesmo,
Assim já não tenho medo
Que seja feito a esmo.
Atacar forte e feio,
De maneira corajosa,
P’ra de nada ter receio
Vida simples e airosa.
Pois parece, mas não é
Ou também algo que seja.
Nem sempre temos ao pé
Tudo quanto se deseja.
A estratégia certa
Sempre dá bons resultados,
Será a porta aberta
P’ra entrarem os ousados.
Com respeito ao respeito
Não há respeito nenhum.
Tudo tem algum defeito
R pelo menos há um.
Não há mentira alguma
Nem algo a encobrir
A verdade é só uma
Que ninguém vai desmentir.
São mais do que muitos
E nunca demais.
Não meros intuitos
Mas casos reais.
Sexta, pela graça de Deus
Há 13 horas

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