Sábado, Janeiro 14, 2006

Rimas [13]

Afinal, touros de morte,
Qual a melhor solução?
Sim ou não? Deite à sorte
P’ra resolver a questão.

Caiu que nem um patinho.
Coitado foi enganado,
Seguindo pelo caminho
De todos o mais errado.

Não é tarde nem é cedo,
Pois será agora mesmo,
Assim já não tenho medo
Que seja feito a esmo.

Atacar forte e feio,
De maneira corajosa,
P’ra de nada ter receio
Vida simples e airosa.

Pois parece, mas não é
Ou também algo que seja.
Nem sempre temos ao pé
Tudo quanto se deseja.

A estratégia certa
Sempre dá bons resultados,
Será a porta aberta
P’ra entrarem os ousados.

Com respeito ao respeito
Não há respeito nenhum.
Tudo tem algum defeito
R pelo menos há um.

Não há mentira alguma
Nem algo a encobrir
A verdade é só uma
Que ninguém vai desmentir.

São mais do que muitos
E nunca demais.
Não meros intuitos
Mas casos reais.

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