Deixar a raiva secar
E não reagir a quente.
Atitude conducente
Para nunca se ralar.
Dezanove de Abril
É dia do turista,
O qual sempre tem em vista
Visitar países mil.
Promessas de bem-estar,
De risonhas primaveras,
São promessas de quimeras
Só viáveis a sonhar.
Finalmente eu cheguei
Onde queria chegar.
Após muito porfiar
A derrota evitei.
O tirano coração,
Malvado por natureza,
É propício à rudeza
E próximo da traição.
Quem vive em liberdade
Há-de ser mais responsável,
Também justo e afável
E amante da verdade.
O que é feito com amor,
Em perfeita sintonia
E crescente harmonia,
Sempre terá mais valor.
Quem é prevaricador
Não tem qualquer cotação,
Pois pertence à geração
Das pessoas sem valor.
Se com justiça é feita
Teremos paz verdadeira.
Mas feita doutra maneira
Em breve será desfeita.
Acorde p’ra realidade,
Esquecendo fantasias.
Queira sempre a verdade,
Que traz muitas alegrias.
Será melhor ajudar
Do que apenas resolver.
Tente sempre ensinar,
Ensinar como fazer.
No cravo uma pancada
E outra na ferradura.
Qualquer delas foi bem dada
E na devida altura.
Pouco ou muito pesada
Todos temos uma cruz.
Que será luz apagada
Ou então raio de luz.
Dizer sim à tolerância
E não à intransigência
E contra a ignorância
Haja sempre sapiência.
Convém saber dizer não
Em certas ocasiões.
Conduzem à salvação
As firmes opiniões.
É apenas o falar
De doutos humanos seres.
Sem querer ensinar
Mas sim trocar de saberes.
Neste vaivém das andanças,
Em constante movimento,
Sempre teremos mudanças
De mau e bom andamento.
Sexta, pela graça de Deus
Há 13 horas

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