Quarta-feira, Junho 07, 2006

Rimas [29]

As trevas são dissipadas
Pela luz que ilumina
As almas já deformadas
Carentes da luz divina.

Depois de anoitecer
Sempre vem um novo dia.
Se as tristezas esquecer
Há outra vez alegria.

É constante a procura
De tudo que dá prazer.
O mundo só mostra ter
Egoísmo e loucura.

Nunca há paz sem justiça,
Nem justiça sem perdão.
Mas há imensa cobiça,
Má fé, rancor e traição.

Abertas sejam as portas
A tudo que for progresso.
Mas proibido o ingresso
De ideias quiçá mortas.

A paz só pode chegar
Se houver compreensão
E depois sem opressão
Decerto que vai durar.

Ficaram no coração
As saudades do passado.
Do que foi do meu agrado
Eu lembro com devoção.

1 comentários:

cloinca disse...

Hei-de cá voltar com mais tempo... para ler tudo com calma!
Para já gostei do que li!
Beijinhos...
Cláudia