Indesmentível verdade.
No mundo tudo varia,
O que ontem foi utopia
Hoje é realidade.
Houve gestos adiados
Que me fizeram sofrer.
Apesar de já passados
Não os irei esquecer.
Em termos de influência,
Dever de cidadania
Será dar a garantia
De votar em consciência.
Que sempre Deus te proteja
Nas horas más e nas boas
E que também assim seja
Para todas as pessoas.
Compete ao cidadão
Votar por via legal
E para bem da Nação
Quem governa Portugal.
A alternância no poder
P’ra boa governação,
Apenas se vai saber
No final da votação.
É bom saber escutar,
Mas apenas a verdade,
Para assim poder chegar
Até à felicidade.
Gota a gota é credível
Fazer um enorme mar.
Com vontade é possível
Esse feito praticar.
O cidadão educado,
Sempre terá o direito
De ser muito bem tratado
Com doçura e respeito.
Se junto a esperança
O bom senso aparece
Logo vem a confiança
E o bem sempre acontece.
Com sete pedras na mão,
De aspecto carrancudo
E tenha ou não razão
Ele nunca fica mudo.
Não se julga quem se ama
De amor do coração.
Se culpar a sua dama
Nunca mais terá perdão.
Uma injusta sentença
Na boca do homem justo,
Constitui grave ofensa
De elevado custo.
Após ficar destroçado
A alvorada despontou.
Finalmente remoçado
Vida nova começou.
As nossas aspirações
Se forem justas e críveis
Deixam de ser ilusões
P’ra se tornarem possíveis.
Aprender para saber
E depois p’ra ensinar.
Demonstra compreender
Que se deve avançar.
Sexta, pela graça de Deus
Há 13 horas
